terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Site que emite NF-e ganha versão móvel








A Prefeitura da cidade de São Paulo lançou recentemente a versão móvel do site que permite emitir a Nota Fiscal Paulistana.

Agora, os prestadores de serviços que acessam o site da NF-e por meio de tablets e smartphones contam com uma interface personalizada para o tamanho das telas dos dispositivos móveis.

Podem emitir o documento eletrônico os profissionais pessoa jurídica, profissionais autônomos ou liberais. A versão móvel do site de emissão da NF-e dispensa o uso de computadores e impressoras. Ao emitir o documento, o munícipe recebe um alerta por meio do e-mail ou SMS.

A Nota Fiscal Paulistana devolve até 30% do ISS para a população e o crédito acumulado a cada NF-e recebida pode ser usado para abater até 100% do IPTU ou ser transferido para uma conta-corrente ou poupança.

Os consumidores podem consultar os créditos obtidos a cada serviço por meio do mesmo site da prefeitura. Além disso, a página reúne um banco de dados de prestadores e empresas. Segundo a prefeitura, este recurso possui o endereço e telefone de 310 mil prestadores de serviços cadastrados no programa da Nota Fiscal Paulista.

Os contatos são mostrados em um mapa que conta com filtros que eliminam resultados de acordo com o ramo de atividade. Além disso, calcula as rotas para os prestadores mais próximos, a pé e de carro, refaz as trajetórias de acordo com alteração do ponto de partida e mostra a localização da empresa no mapa de acordo com a informação geográfica do estabelecimento.

Os recursos são acessados pelo endereço nfe.prefeitura.sp.gov.br/mobile. Em breve, a prefeitura diz que estes recursos serão distribuídos em aplicativos para os sistemas operacionais iOS e Android.

FONTE/AUTOR: Info

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Código de Barras código 3 de 9 ou Code 39

O código 3 de 9 é a primeira simbologia alfanumérica desenvolvida, e ainda é utilizada em alguns casos de uso geral. Este código de barras também é conhecido com os nomes de ANSI/AIM Code 39, ANSI/AIM Code 39, Uniform Symbology Specification Code 39, USS Code 39, USS 39, Code 3/9, Code 3 of 9, USD-3, LOGMARS, Alpha39, Code 39 Extended, e Code 39 Full ASCII (terminologias originais em inglês).

Código de Barras código 3 de 9 ou Code 3 ANSI/AIM Code 39, ANSI/AIM Code 39, Uniform Symbology Specification Code 39, USS Code 39, USS 39, Code 3/9, Code 3 of 9, USD-3, LOGMARS, Alpha39, Code 39 Extended, e Code 39 Full ASCII 

Caracteres que podem ser utilizados no Código 39:

- No modo padrão pode ser codificado letras maiúsculas (A até Z), números (0 até 9) e alguns caracteres especiais como: *, -, $, %, (Space), ., /, e +

- No modo Extended pode ser codificado todos os 128 caracteres ASCII.

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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Software para Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), implantação fácil e rápida:

Se você esta procurando uma solução completa para emitir sua NF-e e não quer investir dinheiro comprando uma licença de software, a GB Network & Print tem a solução!

Utilize a melhor solução do mercado gastando pouco. Após a implementação você paga poucos centavos por cada NF-e emitida e/ou recebida.

Instalando um módulo “client” em sua empresa, ele realiza todo o processo de geração do XML e assinatura digital da NF-e. Ao contratar esse serviço sua empresa terá acesso via internet ao portal SaaS para realizar consultas e visualizar todo workflow do documento. E em virtude de ser um serviço remoto, o impacto dentro de sua corporação é muito pequeno e o tempo de implantação é mínimo.

Benefícios:

- Validação automática das NF-e junto às SEFAZ

- Envio das NF-e para os clientes por e-mail

- Módulo integrado de assinatura digital

- Geração de arquivo para o retorno dos dados ao ERP

- Integração plena com ERPs SAP R/3 e Oracle

- Recepção das NF-e dos fornecedores

- Geração de relatórios configuráveis

- Validação de dados antes da geração da NF-e

- Workflow do processo da NF-e

- Visualização das NF-e em PDF

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Software para Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), implantação fácil e rápida

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Benefícios:

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Código de barras GTIN (Numeração Global de Item Comercial) passa a ser obrigatório na Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

A partir do dia 1° Julho de 2011 passa a ser obrigatório o preenchimento do campo específico para o código de barras dos produtos, o GTIN (Numeração Global de Item Comercial).

A medida foi estabelecida pelo Ministério da Fazenda, por meio do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com a publicação do ajuste Sinief 16, de dezembro de 2010 (http://www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/ajustes/2010/aj_016_10.htm).

O campo para esta numeração já existe no XML, mas seu preenchimento não era obrigatório. A partir do mês de julho, todas as operações que envolvem produtos com código de barras as empresas deverão informar a numeração na NF-e. Com a obrigatoriedade de preenchimento, as empresas terão mais agilidade nos processos logísticos, com maior segurança e rastreabilidade das entregas dos produtos.

Problemas de impressão do DANFE ou Impressão lenta do DANFE

O formulário de DANFE é um documento composto de diversos itens gráficos:

- Tabelas com bordas e sombras

- Logotipos

- Código de Barras

O arquivo de impressão gerado pelo sistema de ERP e/ou sistema de impressão de NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) geralmente é gráfico (através de aplicações Windows), fazendo com que seu tamanho seja muito maior que um arquivo texto que terá até 5 kbytes de tamanho por página, enquanto que um DANFE impresso graficamente terá entre 300k e 1Mb de tamanho por página, ou seja, dezenas de vezes maior!

Para empresas com alto volume de impressão de DANFE e que tenha janelas de impressão muito curtas, diversos pontos de impressão ou ainda muitas filiais, pode-se ter:

- Perda de performance na impressora;

- Elevado tráfego de rede;

- Problemas de comunicação, especialmente com filiais com link de menor capacidade;

- Colapso das filas de impressão.

Para solucionar esses problemas a GB Network & Print tem a solução, imprima seu DANFE utilizando o PCL. Veja abaixo alguns benefícios:

- Todos os itens gráficos estarão armazenados na impressora laser ao invés de serem enviados a cada página pelo sistema ERP.

- As impressoras podem armazenar arquivos PCL de diferentes layouts e não apenas de DANFE (exemplo: Boleto Bancário).

- Desta maneira os arquivos de impressão de NF-e serão basicamente texto e  terão tamanhos muito menores, em geral inferiores a 5KB por página;

- A administração dos formulários pode ser feita de maneira remota;

- As impressoras necessitam apenas ter memória Flash ou hard disk (memória RAM também pode ser utilizada, mas não é recomendado) e podem armazenar centenas ou milhares de formulários, logotipos e códigos de barras.

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Problemas para emitir sua Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)?

Se sua empresa esta com dificuldades ou problemas para emitir suas Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e), GB Network & Print tem a solução!

Nossa solução destaca-se pela robustez e segurança da ferramenta, além de ter um sistema completo para emissão e recepção de NF-e. Entre as principais funcionalidades destacam-se:

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quarta-feira, 4 de maio de 2011

O Code 128 e o GS1

Desde 05 maio de 2008 o UCC/EAN-128 passou a se intitulado GS1-128. É um tipo de código de barras linear alfanumérico  que representa Identificadores de Aplicação e permite a inserção de uma maior quantidade de informação e dados adicionais assim como números de série, datas de validade, ou medidas e também de algo muito importante como o número de lote de produção. É um tipo de simbologia de identificação de produtos com maior necessidade de serem rastreados e que é especialmente de utilização logística e para produtos hospitalares.

O código GS1-128 não vale tanto por ser um código de barras, visto ser um derivado da codificação em barras do código 128, mas sim pela simbologia e estrutura utilizada. A estrutura deste é por ordem de aparecimento a seguinte:

  •      caractére de início segundo estrutura do código 128 (START-A, START-B ou START-C);
  •      caractére FNC1 do código 128;
  •      identificador de aplicação;
  •      dados codificados;
  •      dígito verificador ou em inglês check digit;
  •      caractére que identifica o final do códóigo.

 

Identificadores de Aplicação (IA) ou em inglês Application Identifiers (AI) são prefixos numéricos usados no GS1-128, que se encontram entre parêntesis e a seguir a cada um encontra-se a informação alfanumérica relativa ao IA em causa, para assinalar e identificar o tipo de informação e o formato em que se encontra. A melhor maneira de definir o que realmente são os Identificadores de Aplicação diz que estes são "pequenos segmentos de informação normalizada e aceites globalmente, que se vão intercalar com os dados propriamente ditos". A maior parte da informação necessária para uma eficiente rastreabilidade dos produtos encontra-se com um número de Identificador de Aplicação atribuído. A informação possível de encontrar é informação relativa a medidas, proporções, quantidades, prazos e datas (validade, recepção, expedição), unidade logística (SSCC), GTINs (Global Trade Item Numbers), entre outras coisas. Cada fabricante deve proceder ao uso dos Identificadores de Aplicação que achar mais convenientes para uma melhor rastreabilidade dos produtos na cadeia logística. Na tabela seguinte é apresentado os identificadores de aplicação existentes.

O SSCC é o código de série de unidade logística ou em inglês Serial Shipping Container Code e é um dos mais importantes identificadores de aplicação usados na rastreabilidade de produtos que contém 18 dígitos e tem o prefixo (00). Destina-se principalmente à movimentação e transporte de materiais e mercadorias (sejam elas mono ou multiprodutos). Todas as unidades logísticas têm de possuir este identificador de aplicação. Este AI assegura um número exclusivo para cada uma unidade logística sendo através deste que se pode verificar de que unidade o produto veio.

GTIN, que é o acrónimo para Global Trade Item Number e é o código principal identificador de qualquer produto que pode conter entre 8 a 14 dígitos e tem como prefixo. É o código usado desde o fabricante até ao ponto de venda a retalho e serve apenas para identificar as características mais básicas de um produto tais como país onde foi produzido, empresa que o produziu e qual o produto em si. Pode-se dizer que é o número do vulgar código de barras de quando vamos a uma loja fazer compras.

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quarta-feira, 23 de março de 2011

Rapid Device Analysis

Nova ferramenta da Capella Technologies, distribuido no brasil pela GB,  o RDA (Rapid Device Analysis) permite que a empresa analise rapidamente o desempenho do parque de impressão através da rede, fornecendo uma análise detalhada com relatórios estatísticos sobre o volume de impressão, confrontando os valores de 2 datas distintas e fazendo projeções dos dados.

O RDA pode ser utilizado por empresas que desejam fazer uma auditoria no volume de impressão onde muitas vezes são apresentados pelas empresas de outsourcing. As empresas de outsourcing também podem usar o RDA para levantar informações sobre volume de impressão dos clientes antes de começarem o projeto de outsourcing.

A solução está disponível em 2 versões, a versão portátil e a versão Server, na versão portátil você terá a solução em Pendrive, podendo fazer diversas análises em diversos clientes/sites diferente, a versão Server possui algumas funções a mais.

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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Prazo de vigência da NF-e ganha prorrogação em determinados segmentos

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Um acordo entre os estados brasileiros prorrogou a necessidade de emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os contribuintes de determinados segmentos. A determinação é dos Protocolos ICMS 194 e 195 publicados no último dia 10 de dezembro.

O Protocolo ICMS 194 prorrogou para o dia 1º de março de 2011 a vigência da NF-e para as empresas do setor de telecomunicações, incluindo telefonia fixa e celular, redes de transporte de telecomunicações, serviços de comunicação multimídia (SCM), serviços de telecomunicações por satélite, TV por assinatura, provedores de serviços de Voz sobre IP (VoIP), provedores de acesso às redes de comunicações.

Já o segundo Protocolo adiou o início da vigência da necessidade de emissão da NF-e para 1º de julho de 2011 para os contribuintes do setor editorial, como edição e impressão de livros, jornais e revistas.

FONTE: SERASA

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Gerador de recursos Xerox Metacode XWXM

Da mesma forma que o Xerox XWXM, a solução XIMAGE mantém a formatação original dos documentos gerados em aplicações Windows, convertendo gráficos, imagens e textos em recursos Xerox, para utilização em equipamentos de produção. Esta é a solução definitiva para consultores e empresas quem possuiam o extinto XWXM e precisam continuar gerando recursos FNT, IMG, FRM, etc no formato Metacode para impressoras laser Xerox de produção compatível com os sistemas X9700, X9790, X4090, X4890, X4135, X4890, DP92C, etc..

COMPRE AGORA A SOLUÇÃO XIMAGE

Gerador de recursos Xerox Metacode XWXM

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Desenvolvimento de Logo em PCL

Frequentemente, empresas em todo o Brasil, procuram pelo desenvolvimento ou alteração de Imagens, Logotipos e Assinaturas Digitalizadas no Formato (Linguagem) PCL. EM 15 anos de experiência no mercado de impressão, a GB Network & Print desenvolveu milhares de imagens, logotipos e assinaturas digitalizadas no formato PCL5.

As imagens, logotipos e assinaturas podem ser fornecidas ou trabalhads da seguinte maneira:

  • Convertidas a partir de qualquer imagem já existente e fornecidas individualmente.
  • Retiradas de um formulários PCL já existente, alterada e inserida novamente.
  • Inseridas em um formulário PCL já existente, que antes não possuia nenhuma imagem.
  • Etc..

VEJA MAIS DETALHES

Desenvolvimento de Logo em PCL

Frequentemente, empresas em todo o Brasil, procuram pelo desenvolvimento ou alteração de Imagens, Logotipos e Assinaturas Digitalizadas no Formato (Linguagem) PCL. EM 15 anos de experiência no mercado de impressão, a GB Network & Print desenvolveu milhares de imagens, logotipos e assinaturas digitalizadas no formato PCL5.

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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Alteração no Protocolo ICMS 42/2009

Atenção: toda empresa que tem operações comerciais interestaduais no território brasileiro, passa a ser obrigada a emitir Nota Fiscal Eletrônica a partir do início de Dezembro deste ano. A Nota Fiscal “tradicional” em formulário pré-impresso ou mesmo em talonário manual não mais poderá ser utilizada!

Vejam mais detalhes abaixo, com atenção para o item II da Cláusula Segunda.

Foi divulgado em Agosto de 2010 nova alteração no Protocolo ICMS 42/2009 conforme texto abaixo:

“Nova redação dada à cláusula segunda pelo Prot. ICMS 85/10, efeitos a partir de 01.08.10.

Cláusula segunda Ficam obrigados a emitir Nota Fiscal Eletrônica – NF-e, modelo 55, em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, a partir de 1º de dezembro de 2010, os contribuintes que, independentemente da atividade econômica exercida, realizem operações:

I - destinadas à Administração Pública direta ou indireta, inclusive empresa pública e sociedade de economia mista, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;

II - com destinatário localizado em unidade da Federação diferente daquela do emitente;

III - de comércio exterior.

Parágrafo único.  Caso o estabelecimento do contribuinte não se enquadre em nenhuma outra hipótese de obrigatoriedade de emissão da NF-e:

I – a obrigatoriedade expressa no “caput” ficará restrita às hipóteses de seus incisos I, II e III;

II – a hipótese do inciso II do “caput” não se aplica ao estabelecimento de contribuinte exclusivamente varejista, nas operações com CFOP 6.201, 6.202, 6.208, 6.209, 6.210, 6.410, 6.411, 6.412, 6.413, 6.503, 6.553, 6.555, 6.556, 6.661, 6.903, 6.910, 6.911, 6.912, 6.913, 6.914, 6.915, 6.916, 6.918, 6.920, 6.921.”

Lei completa: http://www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/protocolos/ICMS/2009/pt042_09.htm

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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Signature do Brasil lança nova versão da solução de NF-e

A Signature do Brasil, empresa fornecedora de soluções para troca eletrônica de documentos baseada em Assinatura Digital, como Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Nota Fiscal de Serviços (NFS-e) e Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), lança nova versão da sua solução de NF-e. A TrustFiles Documentos Eletrônicos, foi desenvolvida com tecnologia 100% nacional e apresenta características avançadas em funcionalidade, segurança e facilidade de instalação e uso.

Conforme todos os requerimentos estipulados pela legislação, a solução atende Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) do modelo mercantil (SEFAZ), assim como Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) e Notas Fiscais Eletrônicas de Serviços, nos modelos das Prefeituras dos Municípios de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, entre outros. As duas versões padrão de NF-e Mercantil (SEFAZ) – 1.10 e a 2.0 – também foram contempladas pela solução TrustFiles, possibilitando que os clientes sigam utilizando o corrente Modelo NF-e 1.10 e mudem para o Modelo NF-e 2.0, quando forem obrigadas, ou até mesmo antes do prazo da obrigatoriedade, de acordo com aos critérios de um deles, facilitando a conformidade com os padrões estabelecidos pelo governo brasileiro.

De acordo com o diretor geral da Signature do Brasil, Alberto Freitas, “a nova solução foi totalmente desenhada, desenvolvida e suportada por equipe técnica brasileira, baseada em São Paulo, local onde a empresa instalou sua nova fábrica de software voltada ao desenvolvimento de soluções para o mercado local”.

O TrustFiles possui, ainda, funcionalidades de instalação baseadas em “Wizards”, que simplificam a instalação, manutenção e o upgrade automático de novas versões do software. “A solução foi desenvolvida para suportar quaisquer modelos de Contingência de Emissão de Documentos Fiscais Eletrônicos existentes: FSDA, SCAN e DPEC. Os recursos permitem habilitar a configuração de Perfis de Usuário, por tipo de operação dentro da empresa usuária, com painéis personalizados, para monitoramentos das Secretarias de Fazenda (SEFAZ) e das operações de emissão e recepção de documentos fiscais eletrônicos, configuradas por tipo de usuário e atendendo às regras de SOX (Sarbanes-Oxley)”, explica o executivo.

FONTE/AUTOR: Executivos Financeiros Online

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Como deve ser emitido o DANFE em contingência?

SCAN – Papel comum. O trânsito da Mercadoria apenas é permitido após a autorização de uso da NF-e junto à Receita Federal do Brasil;

DPEC – Papel comum. O DANFE deverá ser impresso em no mínimo 2 (duas) vias, constando no corpo a expressão “DANFE impresso em contingência - DPEC regularmente recebido pela Receita Federal do Brasil”, tendo as vias a seguinte destinação:

I - uma das vias acompanhará o trânsito da mercadoria, devendo ser conservada em arquivo pelo destinatário, pelo prazo previsto no artigo 202 do Regulamento do ICMS;
II - a outra via deverá ser conservada em arquivo pelo emitente, pelo prazo previsto no artigo 202 do Regulamento do ICMS.

FS / FS-DA - O DANFE deverá ser impresso em no mínimo 2 (duas) vias, constando no corpo a expressão “DANFE em contingência - Impresso em decorrência de problemas técnicos”, tendo as vias a seguinte destinação:

I - uma das vias acompanhará o trânsito da mercadoria, devendo ser conservada em arquivo pelo destinatário, pelo prazo previsto no artigo 202 do Regulamento do ICMS;
II - a outra via deverá ser conservada em arquivo pelo emitente, pelo prazo previsto no artigo 202 do Regulamento do ICMS.

A empresa que optar por utilizar um modelo de contingência poderá optar, em outro momento, por outro modelo?

Sim. A empresa que optar, em determinado momento, por uma forma de contingência (SCAN, DEPEC ou FS-DA), poderá mudar a qualquer momento por outro modelo.

A empresa emitente de NF-e em situação de contingência deverá lavrar termo no livro Registro de Uso de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência - RUDFTO, modelo 6, informando:

I - o motivo da entrada em contingência;
II - a data e o horário, com minutos e segundos, do início e do término;
III - a numeração e série da primeira e da última NF-e geradas neste período;
IV – que a providência de contingência adotada.

Empresas obrigadas a emitir Nota Fiscal Eletrônica serão fiscalizadas

Trata-se da segunda fase da operação Omissos NF-e, que terá início em agosto

As empresas de São Paulo obrigadas à emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) desde abril que, por qualquer motivo, não emitiram uma nota sequer poderão passar por fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda. Trata-se da segunda fase da operação Omissos NF-e, que terá início em agosto.
Os fabricantes, distribuidores, atacadistas e estabelecimentos comerciais que ainda não se enquadraram terão prazo suficiente para adaptar seus sistemas. Durante a fiscalização, os agentes da Fazenda verificarão por que se manteve a emissão de notas em papel. A Secretaria da Fazenda enviou, na primeira semana de junho, correspondência às empresas sobre a obrigatoriedade.
A NF-e é um projeto de âmbito nacional, com a participação de todos os Estados, Distrito Federal e da Receita Federal do Brasil. Seu objetivo é reduzir custos, simplificar obrigações acessórias dos contribuintes e possibilitar controle em tempo real das operações pelo Fisco. Desde 2008, um cronograma define gradualmente as empresas obrigadas a emitir a NF-e, de acordo com sua inserção na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). Desde 1º de abril deste ano, 92 mil estabelecimentos paulistas ingressaram no grupo dos que devem substituir a nota fiscal em papel modelo 1.
No próximo dia 1º de julho, nova leva de contribuintes classificados em mais 69 atividades econômicas será obrigada a emitir a nota eletrônica. Estarão incluídos aqueles com CNAE de fabricação de cal e gesso; fabricação de fornos industriais; fabricação de móveis com predominância de madeira; comércio atacadista de produtos de higiene pessoal; comércio atacadista de artigos de escritório e de papelaria, entre outros. Para mais informações sobre a NF-e, consulte o site www.fazenda.sp.gov.br/nfe
Da Agência Imprensa Oficial e da Secretaria da Fazenda

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=210841

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Fique de olho nos rótulos.

“Você está passando em frente à gôndola do supermercado e se depara com um novo produto. Pega a mercadoria e busca informações a respeito dela no rótulo. Ao ler aquelas letrinhas minúsculas e a tabela nutricional, você não entende nada. E agora, o que fazer? Deixar se levar pela propaganda e colocar o produto no carrinho ou não comprá-lo até entender os dados contidos na embalagem? Saiba que a leitura e a interpretação dos rótulos são indispensáveis para quem quer manter uma alimentação equilibrada e de qualidade.

A informação clara e objetiva sobre os benefícios e as restrições dos alimentos é direito básico do cidadão, sendo previsto no Código de Defesa do Consumidor.” (Fonte: Saúde Plena)

Os rótulos têm a função de informar o consumidor e também de dar vida ao produto. Para alimentos, bem como qualquer outro segmento de indústria, também para campanhas promocionais e outros.

Saiba mais sobre as opções de rótulos disponíveis, além outros produtos gráficos, e onde encontrar:

http://www.gbnet.com.br/v2/new_prodgrafico.html

Otimizando o processo de impressão.

É muito difícil fazer com que os usuários das empresas adotem um procedimento de impressão consciente. Para isso, devem existir regras para otimizar o processo de impressão, que podem ser impostas através de uma ferramenta chamada IPM (Intelligent Print Management). Com essa ferramenta é possível fazer com que uma determinada impressão seja bloqueada ou redirecionada para outra impressora, mais econômica, baseada em critérios previamente definidos. Por exemplo, pode-se criar uma regra para que páginas provenientes da internet sejam redirecionadas invariavelmente para uma impressora monocromática e que sejam impressas em modo econômico e duplex.

Saiba mais:

http://www.gbnet.com.br/v2/new_ipm.html

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Módulo de código de barras.

Módulo de código de barras.

Se você precisa imprimir códigos de barras, dos mais variados modelos (1D ou 2D), no seu sistema ERP (SAP, BAAN, Microsiga, JD Edwards, Etc) a solução é a tecnlogia BarDIMM.

Essa tecnologia está disponível em 03 formatos diferentes:

  • O BarDimm, que é um módulo (nos formatos Dimm, Compact Flash ou USB) próprio pra ser instalado nas impressoras Laser HP,
  • o BarDimm Box, que é um módulo externo e compatível com qualquer impressora laser PCL5 e
  • o BarStorm que também são módulos externos, e que podem atender à impressoras de rede e locais. A diferença entre esses dois é que o BarDimm Box atende uma única impressora, enquanto que o módulo BarStorm pode gerenciar até 50 impressoras de rede e 04 locais com a mesma eficiência.

Em todos os 03 será sempre necessário que a impressora laser utilize linguagem PCL5.

Todos possuem as mesmas características:

-De fácil instalação na impressora (interna ou externa) ou na rede;

-Não é necessário calcular o dígito verificador;

-Não é necessário fazer nenhuma conversão;

-Basta utilizar uma chamada (comando) que habilita a fonte e em seguida a seqüência a ser convertida;

-Possuem os mesmos códigos de barras, Code128, Intercadado 2 de 5, Ean8 e Ean 13, Code 39, Postnet, PDF417, DUN14, UPC-A, UPC-E, Code 93, e outros, e todas as suas variações de utilização;

-Não interferem na velocidade nominal de impressão;

-Todos são compatíveis com ERPs;

O módulo BarStorm possui tecnologia BarDimm e ainda possui uma memória Flash de 32MB para armazenamento de arquivos como fontes, logotipos, imagens, formulários e simbolos.

Escolha o que atende melhor sua necessidade e bons negócios.

Gerando PDF de arquivos PCL

Cada vez mais as empresas têm gerado mais arquivos no formato PDF suprimindo as impressões. A facilidade de armazenagem destes documentos em relação aos documentos impressos é vantajosa, principalmente em dois fatores: custo e local de armazenagem.

É mais barato armazenar documentos digitalmente do que fisicamente. E os custos para isso são bem menores que os de uma impressão física.

Gerar arquivos PDF pode estar mais perto do alcance das empresas do que se imagina.

A maior parte dos drivers de impressão em empresas utiliza apenas duas linguagens: PCL (PCL5 e PCL6) e PostScrip (Nível 3).

Por serem menores e causarem menor impacto no fluxo de redes, as impressões de spools gerados em PCL são as mais utilizadas em empresas que utilizam impressoras de pequeno e médio porte.

Neste caso o EscapeE possui qualidades impressionantes:

Visulaização dos Spools em PCL;

Converte para PDF arquivos de PCL 5 e PCL6;

Trabalha com qualquer tipo de fonte PCL e fonte especial PCL;

Pode gerar corretamente os código de barras do spool, desde que a fonte esteja carregada no EscapeE;

Armazena qualquer tipo de arquivo PCL como fontes, logotipos, imagens, formulários e simbolos;

Pode indexar os seus arquivos PDF;

Utiliza informações do próprio Spool para gera o nome do arquivo;

No caso de impressões de várias folhas, pode gera um único PDf ou um PDF para cada folha;

Extrai e exporta dados;

Além de PDF tambem converte em imagem, como TIF;

Gera arquivos para impressão IMG e AFP para impressoras IBM e Xerox.

Saiba mais sobre esta poderosa e excepcional ferramenta que pode diminuir custos e otimizar tempo na sua empresa.